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Este blog foi criado em 02 de dezembro de 2009,
como suporte aos meus alunos, contudo, estou aposentada desde 10 de março de 2012, sem atividade de ensino, não tendo mais interesse de desenvolver alguns assuntos aqui postados. Continuo com o blog porque hoje está com > 237.000 visitantes de diversos lugares do mundo. Bem-vindo ao nosso ambiente virtual. Retorne com comentários e perguntas: lucitojal@gmail.com.
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São muitas as postagens, cerca de 400, veja a lista de marcadores no lado direito do blog.

Falo sobre composição, valor nutritivo dos alimentos e biodisponibilidade dos nutrientes. Interações entre nutrientes: reação de Maillard e outras reações com proteínas, principalmente AGEs (Advanced Glycation End Products) e a relação desses compostos com as doenças crônicas: Diabetes, Alzheimer, câncer, doenças cardiovasculares entre outras. Atualmente, dedico-me mais ao conhecimento dos AGEs (glicação das proteínas dos alimentos e in vivo).

"Os AGEs (produtos de glicação) atacam praticamente todas as partes do corpo. É como se tivéssemos uma infecção de baixo grau, tendendo a agravar as células do sistema imunológico. O caminho com menos AGEs; escapa da epidemiologia dos excessos de alimentação" disse Vlassara. http://theage-lessway.com/

ATENÇÃO: A sigla AGEs não significa ácidos graxos essenciais.

Consulte também o http://lucitojalseara.blogspot.com/ Alimentos: Produtos da glicação avançada (AGEs) e Doenças crônicas.

sábado, 1 de maio de 2010

140- Globo Repórter 30-04-2010 parte 2 SoJornalismo



Globo Repórter 30-04-2010 parte 2 SoJornalismo

Carne magra, inhame, arroz integral, feijão, legumes e as folhas verdes: na opinião de cientistas esta é a fórmula do prato perfeito.
Mas nem tudo precisa mudar. Em todas as listas lá estavam eles: arroz com feijão, um casamento perfeito. “Eles se complementam em termos protéicos. O feijão te dá proteína, te dá ferro. Você pode comer uma quantidade menor da carne e consequentemente menor de gordura saturada”, explica a nutricionista Renata Padovani, do Núcleo de Estudos e Pesquisas em Alimentação (Nepa), da Unicamp. “O feijão ainda tem algumas propriedades de proteção contra o câncer. Ao longo dos anos, a gente está perdendo um pouco o hábito de comer arroz e feijão, em função da praticidade dos alimentos industrializados, que são ricos em três elementos terríveis: açúcar, gordura e sal”.


Uma das opções mais em conta para a carne vermelha é o músculo. “Além de todas essas vitaminas importantes do complexo B e do ferro, o músculo tem também colágeno na sua constituição. E o colágeno é uma proteína importante, para a estruturação do nosso sistema das mucosas, do tecido conjuntivo, em geral, que acaba até refletindo a você estar mais resistente às infecções”, afirma a professora de bioquímica Glaucia Pastore, da FEA/Unicamp.

7 comentários:

  1. Arthur Grangeiro3 de maio de 2010 16:48

    "...E o colágeno é uma proteína importante, para a estruturação do nosso sistema das mucosas, do tecido conjuntivo, em geral, que acaba até refletindo a você estar mais resistente às infecções"
    Com essa informação do vídeo eu descarto tudo que eu aprendi sobre digestão! Comer colágeno vai nos deixar mais resistentes à infecções?? Vai deixar a pele rígida também, sem rugas?? O colágeno é absorvido inteiro e já será constituinte do tecido conjuntivo?
    Professora, postar um vídeo com uma informação dessa, sem fazer nenhuma observação, é concordar com o que está sendo falado, vc concorda?

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  2. Luci Tojal e Seara3 de maio de 2010 17:18

    Isto foi falado e colocado no Globo Reporter por Glaucia Pastore, Professora da FEA/Unicamp. Tenho achado outras coisas sobre o assunto, acho que vou colocar em uma postagem separado. Luci Tojal e Seara

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  3. De acordo com pesquisadores da Unicamp, como o prof. Jaime Farfan, o colágeno hidrolisado em
    pó permite que o nosso organismo mantenha uma quantidade de massa muscular adequada, ajudando na utilização eficientemente das reservas lipídicas e de açúcar. Além disso, o colágeno hidrolisado é um eficiente aliado contra processos de flacidez tecidual e quando aliado a atividade física torna-se uma excelente fonte protéica capaz que sintetizar massa magra, mantendo assim o aspecto jovial do nosso corpo.

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  4. Mas como o colágeno pode fazer tudo isso se ele é uma proteína? E, como bem disse o colega Arthur, ele passa pelo processo de digestão e serão absorvidos os aminoácidos... sendo assim, não estou convencida de que esta informação seja coerente.

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  5. Arthur Grangeiro4 de maio de 2010 11:34

    Existem experimentos que comprovem a ingestão do colágeno relacionado com uma diminuição da flacidez? O colágeno é uma proteína formada por aminoácidos como outra proteína qualquer, e ainda, não possui triptofano, ou seja, tem um valor biológico baixo. Nosso intestino absorve aminoácidos e alguns peptídeos e não proteínas inteiras. Então pq ingerir colágeno e não qualquer outra proteína? Além de que para a formação do colágeno dentro do corpo existem outras substâncias que participam, como a vitamina C e o cobre, logo, o que é preciso para diminuir a flacidez e aumentar a imunidade é uma alimentação completa.
    Indicar colágeno para manter massa muscular adequada? O musculo necessita de todos os aminoácidos para ser formado, o colágeno não disponibiliza. Eu acho isso um tanto equivocado professora, essa questão poderia ser levada para sala de aula e até para a discurssão com os monitores.
    abraço

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  6. Segundo as pesquisas, os aminoácidos que compõem o colágeno em maior quantidade são: hidroxiprolina, ácido aspártico, treonina, serina, ácido glutâmico, prolina, glicina, alanina, valina, metionina, isoleucina, leucina, tirosina, fenilalanina, hidroxilisina, lisina, histidina, arginina. E quando é formado o colágeno precisa destes aminoácidos fornecidos pelo próprio colágeno; pois, a actina e miosina não são ricos em hidroxiprolina, prolina, etc.
    Contudo, é verdadeiro que o colágeno não é uma boa "fonte de proteínas", pois não oferece todos os aminoácidos essenciais, ex.: falta o triptofano.

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  7. Pesquisadores da UNICAMP, tais como Prof. Jaime Farfan e Profª Glaúcia Pastore, defendem este ponto de vista.

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